As doenças mais comuns tratadas por neurologistas

O dia a dia de um neurologista depende de diversos fatores, incluindo sua área
de especialização. Os pacientes geralmente são encaminhados a esses
especialistas por seus médicos de atenção primária quando há suspeita de um
problema neurológico. Esses médicos podem atuar em regime ambulatorial ou
hospitalar.
“Independentemente do contexto, os neurologistas coletam históricos
detalhados e realizam um exame específico que pode ajudá-los a determinar a
origem do problema”, afirma a Dra. Alessi-LaRosa, explicando que alguns
sintomas podem estar relacionados ao cérebro ou à medula espinhal, enquanto
outros podem estar mais ligados aos nervos periféricos dos braços ou das
pernas.
“O ambiente hospitalar lida com condições neurológicas mais agudas, críticas ou
com risco de vida, enquanto o ambiente ambulatorial lida com o diagnóstico e o
tratamento de problemas mais crônicos, que incluem doenças
neurodegenerativas, bem como vários tipos de eventos neurológicos isolados”,
explica ela.
Quando um neurologista atende um novo paciente, a consulta inclui uma
conversa sobre o histórico médico e os sintomas. O médico também realiza um
exame físico, geralmente com foco no estado mental, linguagem, força e
equilíbrio.
Em seguida, os neurologistas passam a realizar exames, que variam de acordo
com os sintomas apresentados pelo paciente. Eles podem realizar
procedimentos que envolvem os nervos cranianos, o sistema motor, a
coordenação, a sensibilidade, as habilidades cognitivas e o sistema nervoso
autônomo — que controla funções subconscientes como a respiração e o pulso.
Os neurologistas podem recomendar exames adicionais com algumas das
diferentes tecnologias de diagnóstico listadas acima, se julgarem necessário.
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